January 6th, 2012
30 segundos te parece muito tempo?
Então pare e conte.
Racionalmente é apenas meio minuto, mas tem momentos em que não permitimos sequer esse tempo antes de reagirmos às coisas.
E-mails, twitter, Facebook, quantas vezes não mandamos ver e começamos a responder algo sem mesmo terminarmos de ler.
30 segundos.
Que podem virar 24 horas. Nesse meio minuto você pode concluir que efetivamente precisa de mais tempo para uma decisão ou resposta.
Eu constantemente me pego lutando pra que isso não se torne mais um motivo para procrastinação, mas tenho sentido falta desa parada pequena antes de agir.
Obviamente isso não se aplica a todos os casos. Essa é justamente a arte. Mas vale a pena exprimenrar.
30 segundos.
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September 12th, 2011
Dois conceitos que não sei se são novos, mas tenho discutido recentemente.
O primeiro apareceu relacionado à Social Media onde timing é tudo. Trata-se simplesmente de encurtar caminhos, simplificar processos e lançar coisas sem esperar que estejam absolutamente acabadas, com a condição de, eventualmente, fazer ajustes no decorrer do processo de implementação.
É tentador. Quantas vezes não nos pegamos em situações onde há mais um pedido de revisão que leva a outro e acabam fazendo com que determinada ação perca a força e a oportunidade. Nesse caso há a vantagem de testar em ambiente real, se algo tem aderência, relevência e em canais de resposta rápida, isso pode acontecer em um ciclo de horas.
Por outro lado é real o risco de se queimar uma boa idéia expondo-a antes do tempo. Sempre há esse risco que em decisões corporativas pode significar perder tempo e dinheiro Mas sem risco não tem graça.
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April 19th, 2011
Trabalho com marketing direto desde 99. Aprendi no lugar onde o termo foi criado. Das várias ideias, teorias, conceitos que fazem parte desse universo do relacionamento com o consumidor, alguns, por mais que mudem de jeito e nome, permanecem valendo. E valendo muito.
Veja essa história do título, por exemplo: Frequência, recência e valor. Essa tríade foi usada em seu momento para definir e agrupar consumidores que eram mais importantes para determinada marca. Tempos de database marketing e mining. O Objetivo, óbvio, era segregar para personalizar, tratando melhor quem merece mais, por ser mais valioso. Depois disso, colocar um carimbo no tal consumidor para que ele fosse identificado de pronto em todos os canais de contato e tratado de forma diferenciada. Teoria linda, prática complicadíssima. Até hoje.
Mas o ponto aqui e agora não é esse. O ponto é que recentemente fiz, nem sei exatamente porque, uma relação entre isso e mídia social. E até que saiu algo interessante.
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December 9th, 2010
Tenho refletido bastante recentemente sobre os limites do corporativo em mim. Explico.
Quando deixo de ser um canal de comunicação corporativa sobre a empresa, ou um produto da empresa, onde trabalho e volto a ser eu mesmo? O persona física novamente? Onde desenhamos essa linha?
Acabo de ler esse artigo na Warc que descreve as differentes estratégias de Social Media de companhias como Intel, Best Buy e Samsung. Achei algumas estratégias um pouco assustadoras.
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November 12th, 2010
Imagens são fortes. por isso às vezes, são a melhor ferramenta que dispomos para esclarecer algum ponto.
Sempre tive interesse por isso. Não só por conseguir desenhar relativamente bem desde cedo e usar isso a meu favor, mas pelo fato de que em alguns casos, usar imagens, ou fazer imagens para explicar conceitos pode gerar coisas muito interessantes e, por que não, bonitas.
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September 20th, 2010
Tenho twitado bastante e usado muito Facebook. Nesse volume acabo escolhendo os tópicos que vou discutir ou comentar. (não vou ensinar nada pois não acho que seja o espaço) mas olhando para o volume de coisas que tenho publicado fica evidente uma certa confusão de assuntos e temas, predominantemente divididos em dois grupos, Trabalho (com marketing digital) e Artes (plásticas).
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August 23rd, 2010
Que bicho sou eu?
Esse mês de agosto completo 3 anos de Wunderman. Mudei a partir de uma proposta muito interessante para assumir a liderança regional da conta da Nokia para a América Latina. Eu tinha tido uma experiência com equipes internacionais quando estive no Submarino e gostei. Por isso foi difícil recusar o convite para esse novo desafio.
E valeu a pena. Mas foi duro. Gerenciar recursos em toda a região é tarefa que exige uma atenção permanente e uma incansável disposição para resolver conflitos. Mas essa história eu conto depois.
Nesse momento, o que me fez refletir , e consequentemente escrever, foi descobrir que sou um bicho de agência.
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August 11th, 2010
Não costumo usar metáforas bélicas. Tento evitar isso no meu discurso com a esperança de que eventualmente as pessoas comecem a ser menos violentas. Mas nesse caso, a palavra gatilho foi a mais apropriada pra descrever o que quero dizer.
Esse pensamento começou quando conheci o Roberto, na inauguração da casa de uma amiga comum. Depois de alguma conversa, ele comentou que, por escolha, passou a ter um cotidiano mais leve. Trabalha perto de casa. Vai de moto, pois é dentro do próprio bairro, e almoça com a filha todos os dias. O detalhe é que Roberto passou a fazer isso depois de ter sarado de uma doença grave. E foi aí que pensei nessa história de gatilho.
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July 30th, 2010
Sempre é importante mantermos próximas algumas ligações, aquecidos alguns relacionamentos. Para isso o melhor é estamos sempre lembrando dessas conexões. Ativamente.
Essa atitude passa necessariamente pela comunicação. Mesmo sabendo que os encontros pessoais são cada vez mais complicados, pensando principalmente pra quem vive numa cidade como São Paulo, a quantidade de opções disponíveis para nos comunicarmos com as pessoas aumentou muitíssimo nos últimos tempos.
Além do canal, algo que faz toda a diferença nesse processo, é a frequência com a qual nos comunicamos com determinados interlocutores. Frequência e recência são velhos conceitos que se tornam muito mais valiosos em tempos onde tudo é muito fragmentado, inclusive as relações.
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